quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Lets paly it...again???

ATREVA-SE A JOGAR  COMIGO
----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------//----------------------------------------------------------------------------------------//----------------------Vamos abrir a noite


com música de Jazz

Vamos abrir a noite

Percorrê-la depois

num barco de borracha

Enforcar a memória

Celebrar o segredo

Descobrir de repente

Uma ilha que nasce dentro

do teu vestido

Chamar-lhe madrugada

Adormecer contigo...                                                                                                                                                             

Kill my memories ( Pleaseee...)

As cicatrizes são fodidas de disfarçar! [Lido por aqui...]






Sempre se pode recorrer a uma amnésia induzida, a uma injecção de esquecimento, umas doses de estriquinina, um genocídio de lembranças,... e por ai continuarmos...
O avesso de uma Diva.


A terna contradição de me ser.

Serena e intensa. Mutante da eternidade.

Mil faces de uma mesma eu.[risos]  bj-te ------------------ -----------------------------------------------                                  -------------------------------------------------------------------              


Hummmmmm...
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Qu'é qu'é isso que acaba de entrar?

Um metro e setenta cor de cacau pra matar

Quando passas por mim eu quase perco o ar...

Fico tonta e transpiro sem parar

Teu olhar de felino chamou minha atenção

Fico a tremer com o tamanho da tua mão

Me imagino nos teus braços, me sinto delirar

Fantasio o teu beijo e começo a inventar

Quero-te mostrar como se deve amar

Estás tão distante qu' eu não sei como chegar

Vou-te mandar meu número de celular

Podes-me ligar para o assunto aprofundar

Vejo que és dificíl e não te queres envolver

Mas não desisto, sou Mulher de poder

Vou chegar de mansinho, vou falar bem baixinho

Vou dizer no teu ouvido: Preciso de carinho!!

Ups... acho que caí na tua teia... caí assim de qualquer jeito... 

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Desconhecido Desconheço-te mais na ância de descrever-te, escrevi com a sombra dos meus dedos nunca poisados nas pétalas da tua pele…um poema que te descreve.

Conheço-te a alma, apenas (julgo).

Não será ela espelho do corpo? Se assim for, veja:



- A erótica do teu espirito que dança num festival de imagens e texto, num blog que só existe por momentos na vida dos meus pensamentos, é o erecto e ponteagudo menbro, qual azagaia apontado sobre meu corpo nú.



- O teu sorriso desconhecido, imagino-o, comparo-o…desconsigo, zero!

Mas desconhecido, é também a cor do teu goso aos olhos de qualquer fémea que se orgulha a  profundidade de sua masculinidade.



Humm…consola-me. Não sou a única que te desconhece coisas!

E nas graças deste poema desconhecido

Cai todo o meu desconhecimento sobre a geografia das tuas emoções,

ao tocarem-te, pele, boca, nuca…

Pele? Boca? nuca?

Tão reais, tão tangíveis nos teus posts…tão inimagináveis em ti. Postador abusado!



Antes que me aprece no ofegante adeus

Após poucos, mas bons rounds de poesia de puro tesão

Rendo-te homenagem…ohhhhhhhhhh desconhecidol!



Assinatura apagada pelo suor.

                                                                                                                         
Mergulhos

Em vez de tentar escapar de

certas lembranças, o melhor

é mergulhar nelas e voltar

à tona com menos

desespero e mais sabedoria.





Mandaste-me calar. Calei-me. Agora desenrasca-te. Arranca de mim todas as palavras que eu ainda tenho por dizer. És capaz de conter esta chuva de letras húmidas? Podar os versos que na alma crescem, a pele que alastra, e o coração que pulsa trazendo a tona nomes, cores, amores, lugares, ares de mim, de ti? Não me bastam repetições excessivas do quotidiano. Preciso beber de nós, desta mistura explosiva [linhas, entrelinhas, tu e tuas facetas, promessas, dores, enigmas...].


Mente. Qual irreverente. No verso quase acabado, no calor de quase 40º, na chuva que respira ansiosa, no caos estampado, suavemente, no fim do poema...instalas-te. Aqui. No inevitável abismo da escrita. No timbre de cada letra, a melodia de um conto dos nossos desencontros. Nossa paixão não passa de uma fábula alimentada por nós. Infiéis. Um veredicto oposto, agora, seria venire contra factum proprium. Assumo.



Assim, como se assina um acordo irónico de responsabilidade pessoal, me divorcio de ti. Viro a página mas, não lacro o livro.






É que o amor é essencialmente perecível e na hora que nasce começa a morrer. Só os começos são bons. Há então um delírio, um entusiasmo, um bocadinho do céu. Mas depois!...Seria pois necessário estar sempre a começar, para poder sempre sentir?









Se eu pudesse, seria mais sensata, mas uma força nova arrasta-me contra a minha vontade, e o desejo. Atrai-me a uma direcção, e a razão, a outra: vejo e aprovo o melhor, mas sigo o pior.













Há tantas coisas que é só pra perder

E há outras tantas que é só pra esquecer

(Xutos e Pontapés)







Cheguei a casa mais cedo. Doem-me o pescoço e os pés. Queria-te o cheiro, o sorriso, a palavra roçada no suor de uma tarde perdida em sexo sem noção, inesperado e louco. Percebo que ou te tenho em migalhas...ou não te tenho. Simples assim. Parece loucura, mas nenhuma loucura é inofensiva, e me assusto com o que me vem a mente ( a vontade doida de me deixar penetrar por ti, de implorar que me fodas sem limites, de esperar ansiosa pelo jorrar do teu prazer dentro de mim). Acho que neste momento saber de ti já me bastava. Mas canso-me facilmente de esperas inúteis...talvez estes desencontros sejam apenas um sinal parvo que algum deus se lembrou de me mandar para que as lamparinas do meu juízo se acendam e me façam parar de ficar aqui expectante, quase uma mendiga sem eufemismo com o sangue fervendo e arrefecendo na esperança que do nada apareças e digas que és meu, mesmo não sendo. Nunca fui boa a gerir saudades. Quem sabe se te deixar ir como se tudo não tivesse sido apenas um mal entendido cósmico, não volte a mastigar a normalidade dos meus dias de forma simples em que emoções a flor da pele e ânsias de fogo são apenas...prosas.









Queimo o incenso que exorciza a saudade e evapora as memórias. Fogueira mansa que se espalha pela casa e pela alma, dança adocicada que me escorrega pelo ventre, que me despe e me contorna com mãos invisíveis os sonhos sonhados em linhos de luxúria. Alucinação que inunda o ser e se deixa escorrer por grutas com mel e inebria meu corpo com aromas e essências que não saciam mas acalmam a correnteza do meu desassossego.



Não sei se de mim te lembras, se me entendes, se de algum modo me sentes nesta distância enfeitiçada que nos separa os destinos mas, onde o desejo é inegável, imutável e embriagante. Sinto apenas que em mim tua pulsação continua acelerada, driblando a falta de oxigénio e a acidez da língua que se molha em outra boca mas que é contra a saudade dos meus mamilos erectos que repousa. Sabes? Ainda te sinto.





A noite, a muito caiu e minhas margens, embora tranquilas e livres ainda esperam entreabertas pelo ritual mágico em que tu és eu e, eu sou tu. Dançantes pecadores, amantes secretos, escravos do tempo e da espera. O incenso finda... e a magia também.


Esta, é aquela estranha hora em que te sinto colado a flor da minha pele, com a boca húmida procurando no braille dos meus sentidos o caminho certo onde teu beijo se vai esmagar nos lábios meus.

Se procura...

Perdi uma porção de alma por ai: Carente, cor de vento, viciada em tempestades, enfeitiçada, entorpecida de lágrimas com excesso de sal, abstracta e mascarada de lua cheia cor de sangue. Se alguém encontra-la, faxavor tratar com carinho mas de modo algum devolver!  



Implora,ajoelha-te e reza-me                        

Como-te o corpo e a alma

Serei comandante e tripulante de todos teus sentires. Dona e senhora. Vou despir-te a alma como nenhuma antes o fez. Desflorar o silêncio e engolir teus medos e desejos que ainda vivem de umas e outras esperas... Meus dedos e minha língua vão tecer teias com teus arrepios e assim...seminua, impura e irreal vou deixar teus pecados se desfazerem em minha vulva húmida, obscena e orvalhada pelo toque da dureza do teu querer.

Bebo-te.

A pele.

As palavras.

Quero tudo de ti, a fonte da tua insensatez incendeia-me, cria em mim asas e perfumes de cores por criar e ruas por ladrilhar...

Em ti, pedinte infame...o pecado da gula será oração e penitencia.

Em ti...comer será acto de sobrevivência

LAMENTO...

Já não suporto guardar silêncios nas margens da boca!

Ah...


Acordei assim...                                                    
      ==========================================================enjoada============                                                                                    ================================================================  ================================================================= =================         Continuamos a tentar                                                                        ======================          
Em caso de dor ponha gelo
Mude o corte de cabelo

Mude como modelo

Vá ao cinema dê um sorriso

Ainda que amarelo, esqueça seu cotovelo

Se amargo foi já ter sido

Troque já esse vestido

Troque o padrão do tecido

Saia do sério deixe os critérios

Siga todos os sentidos

Faça fazer sentido
A cada mil lagrimas sai um milagre...
                                                   =======================     

Temporariamente...

Mente. Qual irreverente. No verso quase acabado, no calor de quase 40º, na chuva que respira ansiosa, no caos estampado, suavemente, no fim do poema...instalas-te. Aqui. No inevitável abismo da escrita. No timbre de cada letra, a melodia de um conto dos nossos desencontros. Nossa paixão não passa de uma fábula alimentada por nós. Infiéis. Um veredicto oposto, agora, seria venire contra factum proprium. Assumo.
Assim, como se assina um acordo irónico de responsabilidade pessoal, me divorcio de ti. Viro a página mas, não lacro o livro.